O termo Quiet Quitting viralizou recentemente e estimulou um debate sobre funcionários que fazem o mínimo desejado para continuarem em seus empregos – nem mais nem menos. No entanto, uma resposta para tal tipo de conduta não demorou a (re)surgir, sendo batizada de Quiet Firing ou, traduzindo livremente para o português, Demissão Silenciosa.
O conceito de Quiet Firing é, basicamente, criar um ambiente de trabalho tão insuportável para o trabalhador que este “peça para sair”. De acordo com especialistas entrevistados pelo The Washington Post, ações que podem ser usadas nesse processo incluem cortes de promoções, corte de feedbacks, diminuição de tarefas e jornada de trabalho. Não seria um ambiente diretamente hostil, mas extremamente insatisfatório e sem espaço para o crescimento profissional do funcionário.